Fique de olho

Quanto tempo você gasta em cada página que visita na internet?
Realmente é muito difícil contabilizar, no entanto, há certos sites, nem sempre diretamente relacionados com a tarefa que está sendo realizada, que merecem uma atenção maior.
Observando esse mecanismo e com o objetivo de ajudar os usuários que pretendem ganhar tempo, ou melhor, observá-lo como ele é gasto, o Firefox disponibiliza uma ferramenta muito interessante, o “Firefox Keep na Eye”, um complemento para o Mozzila que mede quanto o internauta permanece em cada site.
A informação, contabilizada em segundos, é mostrada no topo do navegador. Assim é possível perceber qual é a página que está reduzindo a eficácia do seu trabalho e levando a sua desconcentração, ou mesmo, qual é o site que mais auxilia você no seu trabalho.
Você pode fazer o download do programa no site: http://info.abril.com.br/downloads/keep-an-eye

 

Leia mais...

 

BuzzMetric e VideoCensus

Já abordamos em alguns posts, aqui no blog da Projetual, que há uma dificuldade bastante acentuada na hora em que procuramos sistematizar e analisar os resultados que as marcas conseguem alcançar no ambiente virtual.
Procurando solucionar esse problema, o Ibope Mídia e o Ibope Nielsen Online apresentaram ao mercado duas ferramentas que pretendem diagnosticar profundamente o desempenho de uma marca na rede.
A primeira ferramenta, o BuzzMetric, permite que através de uma palavra-chave se identifique quantas vezes as empresas, marcas, produtos, campanhas ou eventos foram citados em redes sociais, blogs, microblogs, fóruns, vídeos e conteúdo online de mídias tradicionais.
O Ibope, empresa que desenvolveu o produto, divulgou que a cobertura em língua portuguesa do BuzzMetrics é de mais de 4,5 milhões de blogs, 70.000 fóruns e 50 milhões de comentários. O instrumento é capaz de medir o até mesmo o entendimento das percepções dos consumidores online e o poder de influência: quanto se fala, quem fala e quem escuta, como e onde se fala, do que se fala e o sentimento que prevalece em cada comentário sobre a empresa da rede.
A segunda ferramenta, o VideoCensus é capaz de realizar análises sobre o desempenho dos vídeos e anúncios através do comportamento do usuário. Ela é capaz de medir qual foi o tempo médio assistido pelos espectadores, os conteúdos mais acessados e o número de vezes que os vídeos foram reproduzidos, pode inclusive atribuir uma nota que mede a qualidade da experiência do usuário em relação ao vídeo.

 

Leia mais...

 

Mais emocional

Essa semana a Apple divulgou o seu segundo comercial dedicado ao IPAD. O que mais chama atenção nessa segunda propaganda é que, quando a comparamos com a primeira, é possível perceber que houve uma mudança nada sutil da linha racional para a linha emocional.
No primeiro filme há somente uma pessoa manipulando o aparelho, a música é agitada e as funcionalidades são apresentadas em um ritmo vertiginoso.
Já no segundo filme eles utilizaram uma carga emocional muito maior. Apesar de tudo ocorrer também com cortes rápidos, multiplicou-se o número de pessoas que utilizam o IPAD, além disso, em algumas cenas ele nem aparece sendo realmente utilizado, mas somente carregado por um casal em uma moto. Há inclusive imagens em que o aparelho nem mesmo aparece, dando lugar aos pequenos pés de uma criança. O texto da narração também contribui para o apelo mais subjetivo, já que apesar de descrevê-lo racionalmente, também utiliza a palavra “mágico”.
Qual você prefere?

 

Leia mais...

 

A sua empresa é 3.0?

A nossa pergunta não se refere a terceira onda da internet, a chamada Web 3.0, mas sim ao Marketing 3.0, um novo conceito que surge a partir do novo livro escrito por Philip Kotler, autor mais que credenciado para falar sobre o marketing e as suas transformações.
Escrito em parceria com outros dois nomes, Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, a obra busca atrelar o marketing à responsabilidade social. A justificativa para realizar tal combinação é o fato de que em um mundo mais rico e mais informado a preocupação social e ambiental do consumidor agora também se relaciona com o seu desejo de possuir bens e serviços.
Segundo Kotler, o Marketing 1.0 buscou ficar centrado no desenvolvimento de produtos funcionais e na sua massificação. Já o Marketing 2.0 segmentou o mercado para conhecer e satisfazer o consumidor. Diferenciando-se desses dois, no Marketing 3.0 o consumidor agora se torna mais que um simples comprador, a sua “consciência sustentável” passa a ser um componente que influi em suas decisões de compra.
Por isso, a importância das empresas estarem sintonizadas e comprometidas com essa nova mentalidade e aspirações do consumidor contemporâneo.

 

Leia mais...

 

Originalidade de sites

Todo o dia milhares de sites são criados em todo o mundo. Através da própria internet as referências utilizadas para o desenvolvimento de layouts são compartilhadas pela maioria dos webdesigners. Nesse contexto, semelhanças entre páginas são inevitáveis e bastante recorrentes e, nem por isso, são consideradas plágios.
No entanto, o site da agência de Webdesign Odopod, de São Francisco (E.U.A.) parece realmente ter sido alvo de uma cópia voluntária. Compare a tela inicial do site dessa agência americana com a página da 4M Designers, do Paquistão. Muito semelhantes, não?

odopod_website

4M_website

Com informações do site BlueBus.

 

Leia mais...

 

iPhone vai poder se transformar em Cartão de Crédito

As inovações realmente não param de surgir. Neste momento pipocam em sites de tecnologia um acessório novo que pode transformar o modo de comprar dos usuários que possuem um iPhone.
A Visa estabeleceu uma parceria com a empresa DeviceFidelity e deve levar ao mercado, em um brevíssimo período de tempo, uma nova espécie de capa protetora para o smartphone da Apple que vai permitir que os usuários efetuem pagamentos a partir dos seus telefones. Dessa forma, ele vai ser utilizado como um verdadeiro cartão de crédito, já que ao passar o dispositivo em frente a um terminal de leitura a transição será realizada normalmente.
Denominado como Visa payWave, as empresas afirmam que o sistema será compatível com iPhones 3G e 3GS e provavelmente será protegido com senha, para evitar o uso indevido por terceiros.
Testes serão feitos nos próximos meses em lojas dos EUA compatíveis com o sistema.

 

Leia mais...

 

Segurança nas Redes Sociais

Um estudo realizado nos Estados Unidos revelou que mais da metade dos usuários que utilizam redes sociais no país informam mais do que deveriam nesse ambiente virtual.
A pesquisa feita pela Consumer Reports apontou que informações indevidas publicadas nesses sites tornam os usuários mais propensos aos ataques de criminosos virtuais e até de furtos tradicionais.
As redes sociais que serviram ao estudo foram: Facebook, Myspace e Twitter. A maioria dessas redes oferecem algum mecanismo que, quando acionado, pode proteger mais a privacidade do usuário, no entanto, a maioria não utiliza o serviço.
Segundo a análise realizada, no Facebook 63% dos usuários publicam suas fotos, 42% divulgam sua data de nascimento, 16% publicam os nomes dos seus filhos e 7% chegam a divulgar os seus endereços.
Apesar do estudo ter sido realizado nos Estados Unidos, os sites são os mesmos utilizados no Brasil, sendo possível deduzir que apresentamos resultados semelhantes. Por isso, ficar atento é indispensável.
A empresa que realizou a pesquisa ofereceu algumas dicas de segurança que podem ser úteis:
1) Nunca fornecer número de telefone ou endereço completo
2) Ser vago ao publicar informações sobre férias ou viagens de negócio
3) Usar senhas fortes (não usar data de nascimento, por exemplo)
4) Nunca divulgar os nomes de filhos, mesmo em tags de fotos ou nas legendas.

 

Leia mais...

 

As vantagens de se abrir uma loja virtual

O comércio virtual está mais que consolidado, tanto em âmbito interno quanto externo. No entanto, nem sempre ficamos atentos a todas as vantagens que o empreendedor conquista ao abrir uma loja virtual.
O site da CiaShop destacou alguns benefícios que são esclarecedores para entendermos como é proveitoso esse tipo de comércio. Confira:
• As lojas virtuais ficam acessíveis ao cliente 24 horas por dia, 7 dias por semana.
• Na internet não existem limites geográficos, o comércio deixa de ser local.
• O lojista que tem uma loja virtual pode vender para todo o Brasil e até no exterior.
• Os custos de implementação de uma loja virtual são mais baixos que uma loja física, por isso, muitas vezes o preço na Internet é mais competitivo.
• As informações de produtos ou serviços podem ser mais detalhadas e ficam sempre disponíveis ao cliente na loja virtual.
• O cliente tem a comodidade de realizar suas compras em casa, sem precisar gastar dinheiro e tempo com deslocamento.
Além desses benefícios, podemos ressaltar também que há uma segurança muito maior para o lojista virtual, já que ele fica menos exposto a assaltos, por exemplo.
Você já conhece a Projetual Commerce?

 

Leia mais...

 

Propaganda: uma amiga do brasileiro

A ABAP (Associação Brasileira de Agências de Publicidade) encomendou ao IBOPE Inteligência uma pesquisa com o tema: “como o brasileiro percebe e avalia a propaganda”. Os resultados divulgados são animadores para o setor.
Cerca de 71% dos entrevistados acreditam que nos últimos cinco anos a propaganda melhorou no país, inclusive classificando-a como mais inovadora e chamativa. Não é só isso, 87% das pessoas que foram entrevistadas disseram gostar da publicidade, sendo que 67% consideraram que ela tem um importante papel em suas vidas. Quanto ao conteúdo, 66% consideraram que ela tem caráter informativo, 25% persuasivo e 10% econômico.
O estudo, realizado no final do ano passado, foi feito a partir de 2.000 entrevistas domiciliares com homens e mulheres de 16 a 69 anos das classes ABC em várias capitais do Brasil.

 

Leia mais...

 

FENAPRO alerta sobre Copa do Mundo

A Federação Nacional de Propaganda (Fenapro) divulgou recentemente um comunicado que modificou várias campanhas de marketing que estavam em andamento. O aviso procurou alertar as agências de propaganda sobre o material publicitário criado ou produzido com o tema Copa do Mundo.
A Fenapro esclareceu que a exploração criativa da Copa do Mundo ou da Seleção Brasileira por parte de terceiros, ou seja, não patrocinadores do evento, não pode ir contra os direitos da FIFA sobre a Copa ou da CBF sobre a Seleção.
Os direitos que esses dois órgãos possuem são extremamente severos com a exploração comercial desse evento esportivo. Entre outras coisas, eles impedem a veiculação de peças em que todo o conteúdo remeta à Copa do Mundo, direta ou indiretamente, ainda que não utilize as marcas registradas e/ou símbolos da Fifa. Nesse sentido, até mesmo peças que evoquem a Copa de forma indireta como “o evento da África do Sul” serão investigadas e se constatada a infração, processadas.
Segundo o Fenapro, também estão proibidos: reprodução de imagens de jogos de futebol em televisores de lojas e apresentação de produtos ou modelos trajando uniforme que remeta ao futebol, com uma bola nos pés.
São marcas de titularidade da FIFA e não podem ser mencionadas: “Copa do Mundo”, “World Cup”, “Fifa World Cup”, “South Africa 2010”, “World Cup 2010”.
Sem dúvida, essa restrição é um grande obstáculo para qualquer agência, afinal um evento como a Copa do Mundo envolve milhões de pessoas, e qualquer ação de marketing que pretenda estar sintonizada com o seu público nesse momento perde muito. Além disso, com regras tão rígidas, as agências precisam estar preparadas para copa de 2014 que vai acontecer no Brasil.

 

Leia mais...