Você é um dependente de internet?

 

Você se preocupa excessivamente com a internet e fica irritado e/ou deprimido quando seu uso é restringido? Precisa fazer esforços repetidos para diminuir o uso da internet? Ou ainda, tem o trabalho e as relações familiares afetadas por causa do mundo digital, e precisa mentir a respeito das horas que passa conectado(a)?

Caso a resposta seja sim para a maioria das perguntas, há grandes chances de você ser um viciado em internet. Os tipos de dependência variam, podem ser e-mails, chats, jogos, compras ou sites de conteúdos específicos.

O canadense Daniel Sieberg, especializado na área e ex-viciado em internet, escreveu um livro chamado “The Digital Diet”, uma proposta de dieta digital feita para instruir as pessoas a utilizarem a tecnologia no momento e nas ocasiões certas.

É importante diferenciar a dependência da internet do uso necessário da internet. É denominada dependência quando a inacessibilidade à internet produz desconforto emocional, não há controle do uso, e a imersão no mundo digital sacrifica tarefas ou relacionamentos.

Para saber se você realmente é um viciado meça seu “nível de peso virtual” clicando aqui e realize o teste de dependência de internet clicando aqui.

Para ler mais orientações sobre características da dependência de internet clique aqui.

E aí, já imaginava seu resultado de dependência de internet e seu “nível de peso virtual” ou se surpreendeu?

 

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Compras coletivas: a cartilha e o código de ética

 

As compras coletivas iniciaram suas atividades no Brasil em 2010, e atualmente contam com cerca de 4,5 milhões de usuários. A estimativa é que essa modalidade de e-commerce movimente R$300 milhões por ano.

É notável o crescimento das vendas desse comércio, e com isso há também o crescimento das reclamações, que aumentaram em cinco vezes do primeiro para o segundo semestre de 2011. As principais reclamações são sobre propagandas enganosas, prazos muito curtos para a utilização dos cupons e falta de clareza nas regras para a devolução do dinheiro.

Assim, para diminuir a insatisfação dos consumidores, a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico lançou nesta segunda-feria (06) uma cartilha, que traz os 10 mandamentos das compras coletivas, orientando os consumidores para realizarem compras mais seguras.

Para maior segurança e qualidade também dos sites de compras haverá um selo de qualidade, que somente será dado aos sites que seguirem as orientações do código de ética, criado pelo Comitê de Compras Coletivas, um conselho formado pelo Groupon, Clickon, Peixe Urbano, entre outros.

Claudia Woods, a coordenadora do conselho, afirmou “Tem que ter o CNPJ e o endereço postado no site. Tem que ter regras muito claras para o consumidor poder entender. E, obviamente, um serviço de atendimento ao consumidor adequado ao volume sendo ofertado”.

Para ver a cartilha de orientações aos consumidores de sites de compras coletivas clique aqui.

E para baixar o Código de Ética para sites de compras coletivas clique aqui.

Você acha que a cartilha e o código de ética das compras coletivas auxiliarão à diminuição das reclamações?

 

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10 dicas para tuítes mais interessantes

Segundo o instituto de pesquisa Semiocast, o Brasil ultrapassou o Japão no número de usuários do twitter, com 33,3 milhões de contas o país subiu para a segunda posição, ficando atrás somente dos EUA.

No entanto, apesar do Brasil ultrapassar o Japão no quesito número de contas ficou atrás no quesito atualizações. Há vários motivos para a falta de atualizações, alguns não sabem o que postar, como escrever aquilo que se quer postar, não acham suas informações relevantes, entre outros.

Para tentar resolver essa falta de atualizações há abaixo 10 dicas, resultado de pesquisas das universidades de Carnegie Mellon, Instituto de Tecnologia de Massachusetts e Georgia Tech, que foram feitas por pesquisadores para direcionar de maneira interessante e útil as possíveis postagens no twitter.

1ª Notícia velha não é notícia – para que uma informação se espalhe com maior rapidez ela precisa ser recente.

2ª Contribua para a história – antes de clicar em “enviar” ou “retweet” adicione sua opinião ou faça um comentário relevante.

3ª Seja breve – apesar do limite ser de 140 caracteres a busca por concisão só traz benefícios.

4ª Limites – dever haver moderação com hastags (palavras com # antes), abreviações e menções de usuários.

5ª Guarde para você – muitas vezes os detalhes pessoais são interessantes para os mais próximos e não para todos os seguidores.

6ª Dê um contexto – publicar um link sem uma explicação, além de ser incompreensível não oferecerá razões para o seguidor clicar no link.

7ª Não reclame – dependendo do assunto os seguidores não estarão interessados em ler suas reclamações.

8ª Provoque – se você quer que o seguidor clique no link postado não revele toda a informação no tuíte.

9ª Figuras públicas – os seguidores procuram muito mais por insights profissionais do que por fofocas e detalhes pessoais.

10ª Vá com calma – não inunde sua timeline com vários tuítes porque você pode perder seguidores.

As formas de utilizar o twitter são amplas e as dicas citadas acima abarcam parte dessas formas. É importante pensar na melhor maneira de utilizar o twitter de forma pessoal, mas utilizá-lo empresarialmente pode trazer muitos benefícios. Por isso, se você busca uma maneira de utilizar o twitter para promoção de sua empresa clique aqui.

Conte-nos a sua dica para tuítes mais úteis e agradáveis e o que não é interessante encontrar no twitter.

 

 

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Campanhas publicitárias que hoje você nunca veria

O site francês OWNI, que publica diariamente informações sobre diversos assuntos, fez uma lista de 48 cartazes de publicidade que atualmente não seriam permitidos para veiculação.

Os anúncios com aspecto vintage feitos há décadas atrás são compostos por conteúdos que discriminam as mulheres, incentivam o consumo de tabaco, utilizam imagens de crianças de forma imprópria, entre outros; com tudo isso de acordo com as normas de publicidade de hoje seria impossível de ser veiculado.

É interessante observar as imagens e perceber a evolução da publicidade, lembrar que as primeiras proibições de propaganda de tabaco começaram nos EUA no ano de 1969, e analisar como as propagandas compõem e acompanham a história do mundo.

Confira abaixo as propagandas e leia também o post sobre as polêmicas campanhas publicitárias brasileiras que foram parar no CONAR.

 

“Gillette – A Lâmina de barbear segura”

“Você quer dizer que uma mulher conseguirá abrir isso?”

“Se você acha que essa arma parece fantástica, espere até você ouvi-la”

“Mais médicos fumam Camels do que qualquer outro cigarro”

“A cerveja é nutritiva”

 

O que você achou das antigas campanhas publicitárias?

 

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Qual é a importância da tipografia?

 

Em logos, materiais gráficos, websites e quase tudo que envolve criação e escrita há a presença da tipografia. A escolha de qual tipo (desenho de uma determinada família de letras) se vai utilizar, bem como suas variações, faz toda a diferença, para o público que receberá a mensagem comunicada pela marca, e para a empresa que criará uma identidade visual.

Os tipos e suas formas variadas fornecem expressão àquilo que é repassado e compõem o cenário das marcas na cabeça dos consumidores. Por isso, a escolha adequada de fontes tipográficas precisa estar adequada ao conceito da marca, bem como, aos produtos ou serviços, e também ser original.

A Ladd Desing demonstrou a importância da tipografia, confira abaixo, à esquerda as logos estão com a fonte original e à direita estão com fontes padrão. Perceba como as logos seriam se os designers não tivessem optado por uma tipografia personalizada.

 

Agora veja algumas imagens da série “You Took My Name”, da Dorothy, onde são apresentadas as formas gráficas das logos sem seus tipos.

 

É possível identificar as marcas não é?

No entanto, a presença da tipografia faz toda diferença.

Confira nossos posts sobre logos aqui e aqui e saiba mais sobre identidade visual aqui.

 

 

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Campanhas publicitárias polêmicas e as decisões do CONAR

No final da década de 70 foi criado o CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), uma Organização Não-Governamental que controla, através de um código, a publicidade no Brasil. Sua missão é zelar pela liberdade de expressão dos comerciais e defender os interesses das partes envolvidas no mercado publicitário.

O CONAR funciona da seguinte maneira, o consumidor, concorrente ou autoridade pública que se sentir ofendido ou prejudicado frente a uma campanha publicitária deve apresentar sua queixa ao Conselho, para que ela seja analisada e as medidas adequadas sejam tomadas.

Para esclarecer melhor a atuação do CONAR há abaixo seis propagandas que, de acordo com as queixas e a avaliação do Conselho, deveriam ser ou foram impedidas a prosseguir com a veiculação.

Confira os motivos das queixas e as decisões do CONAR.


Motivo: Comercial sexista e discriminatório contra os homens.
Decisão: A veiculação permaneceu.


Motivo: Os atores que aparecem na peça publicitária não aparentam ter idade superior a 25 anos.
Decisão: Parou de ser veiculada.


Motivo: Comercial apelativo que continha conteúdo sexista.
Decisão: Parou de ser veiculada.


Motivo: Excessivamente sensual.
Decisão: Parou de ser veiculada.


Motivo: A associação da figura infantil do pônei à palavra maldito.
Decisão: Parou de ser veiculada.


Motivo: Denegrir a imagem da mulher.
Decisão: A veiculação permaneceu.

O que você achou das decisões do CONAR em relação às propagandas acima?

Algumas ideias ou campanhas podem obter sucesso tanto em mídias off como online, sendo comentadas nas redes sociais e até mesmo tornando-se virais, no entanto, o cuidado com a repercussão de possíveis queixas ao Conselho deve ser algo imprescindível.

Para mais informações consulte o site do CONAR.

 

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Marketing nas redes sociais: o case da Kleenex

O marketing nas redes sociais, também chamado de Social Media Marketing, é uma estratégia relevante para atingir o público. Se o conteúdo for apropriado e a ideia da ação criativa, a marca terá muitos benefícios em relação à divulgação de sua qualidade.

A interação com o público nas redes sociais tem o poder de consolidar conceitos sobre a reputação da marca, bem como gerar buzz espontâneo a respeito de produtos ou serviços.

Uma ação de marketing bem executada voltada às redes sociais gera bons resultados. Para exemplificar há o exemplo da empresa Kleenex, conhecida por seus lenços de papel.

Os analistas de mídia, da agência contratada, utilizaram a busca por palavras-chave no Facebook e encontraram o público-alvo da empresa, as pessoas que reclamavam por causa de sintomas de gripe e resfriado. Após essa etapa, através dos amigos, os endereços dessas pessoas foram descobertos, e então a Kleenex enviou 50 kits com seus produtos.

Essa ação de marketing gerou várias fotos das pessoas com os produtos da Kleenex, demonstrando surpresa e satisfação ao recebê-los; interações online com a empresa para comentários sobre a ação; 650.402 impressões e 1800 compartilhamentos, comentários e “curtidas”.

Confira no vídeo abaixo como ocorreu a ação.

Através dessa ação de marketing na rede social, a divisão israelense da Kleenex demonstrou a importância que seu público tem, e promoveu seu produto.

Se você quer saber mais sobre a relação das marcas com as redes sociais clique aqui e aqui. E se você procura por soluções em comunicação e marketing clique aqui.

 

 

 

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As tendências do E-commerce

O e-commerce só apresenta sinais de expansão, uma prova disso é que em 2011 o comércio eletrônico obteve um crescimento de 30% no Brasil. As classes A e B representam 70% dos consumidores, a classe C 48% e as classes D e E 1% das vendas.

Dessa forma é notável o crescimento do e-commerce em 2012, no entanto, é necessário saber quais serão as características desse crescimento. Para isso, a Rakuten, uma das maiores empresas de comércio online que possui 15 anos de experiência no ramo, fez uma projeção das tendências do e-commerce para este ano.

Veja abaixo qual será o futuro próximo do e-commerce.

- M-commerce (compras pelo celular) e T-commerce (compras pela TV) – o consumidor poderá procurar seu produto 24 horas por dia e 7 dias por semana, além de encontrar ofertas com base na sua localização.

- Tijolos e argamassas na nuvem – o online e o offline estabelecem relações estreitas devido à mescla das ofertas digitais com as do mundo real. Com o serviço de digitalização do código de barras o consumidor poderá procurar as melhores ofertas online.

- Comprando com a rede social – o Facebook, Google+, Twitter e as demais redes sociais serão cada vez mais utilizadas para o desenvolvimento de produtos e serviços ao cliente.

- Comunidade de compras sem fronteira – o aumento do e-marketplace, ou seja, a ampliação das operações internacionais.

- Flexibilidade – modelos flexíveis de compra e também de entrega, pois há pessoas que hesitam em fazer pagamentos online.

- Compras online se tornam pessoais – o consumidor online deverá ser direcionado ao produto e envolvido através de uma comunicação personalizada e relevante.

Apostando nessas tendências Alessandro Gil, o CMO da Rakuten Brasil, afirmou “Neste ano, o crescimento mundial dos dispositivos móveis de ponta, a expansão da banda larga e o surgimento de inovadores serviços de compra, vão abrir os mercados globais permitindo enormes oportunidades de crescimento para pequenos e grandes comerciantes”.

Leia mais sobre o e-commerce clicando aqui e aqui.

E se você gostaria de customizar ou implantar uma loja virtual clique aqui.

 

 

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Marketing de guerrilha: 5 dicas e 4 cases de sucesso

Com a necessidade de novas técnicas publicitárias, na década de 70 surgiu o marketing de guerrilha. A ideia é obter resultados com pouco investimento, e para isso as campanhas publicitárias precisam ser extremamente criativas.

O autor Jay Conrad Levinson comenta, em seu livro “Guerrilla Marketing for the New Millenium”, sobre os passos para um marketing de guerrilha de sucesso, confira abaixo algumas dicas.

1ª) Encontre o que o produto ou serviço tem que condiz com o interesse dos consumidores e que faz você vendê-lo.

2ª) Evidencie os benefícios do produto ou serviço, e apresente-os de maneira plausível e possível.

3ª) Chame a atenção do consumidor para o produto e motive-o a ter uma atitude.

4ª) Tenha certeza de que a mensagem é repassada claramente e que o público a entende de maneira correta.

5ª) Atente para que a ação de marketing de guerrilha seja integrada com a estratégia criativa da empresa.

E em época de marketing digital, ações de guerrilha online geram buzz espontâneo nas mídias sociais. Veja abaixo alguns casos que movimentaram o público e as redes sociais.

Esta vaga não é sua nem por um minuto – a campanha também foi ativada nas redes sociais e blogs.

Roxy Pro – uma campanha integrada com o Facebook, apesar da ação não possuir a característica de baixo investimento, promoveu o nome da marca na rede social e foi criativa.

Greenpeace contra usinas de energia nuclear na Suiça – a ação publicitária contou com esse vídeo viral divulgado na rede.

WFF contra caça de tigres na Sibéria – na compra da camiseta com o desenho de um tigre o consumidor era surpreendido, a campanha rapidamente se espalhou nas redes sociais.

E aí, qual deles você elege como o mais criativo?

Se você quer saber mais sobre marketing de guerrilha clique aqui, e se você precisa inovar nas suas campanhas publicitárias clique aqui.

 

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Censura ou proteção?

A proposta do Wikipedia, na versão em inglês, e outros 10 mil sites de ficarem fora do ar durante 24h, neste dia 18 de janeiro, é um protesto contra as leis SOPA (Stop Online Piracy Act) e PIPA (Protect Intellectual Property Act), projetos lei feitos para o combate à pirataria online, que serão discutidos no Senado dos Estados Unidos na próxima semana e no início de fevereiro.

Abaixo há uma breve lista sobre como esses projetos lei, se aprovados, poderão modificar a forma como a internet é utilizada.

- O fechamento de qualquer site com materiais que violam os direitos autorais, ou de propriedade intelectual do original proprietário.

- A possibilidade de processo aos sites de busca, blogs, etc, para que estes removam links que direcionam a sites infratores.

- 5 anos de prisão aos usuários que postarem qualquer conteúdo que seja protegido pelas leis de direitos autorais.

-A obrigação de sites, como Youtube, de avaliar com antecedência todo conteúdo postado, e se preciso fechar a conta do usuário.

- Uma lista negra de sites bloqueados pelos serviços de provedores de internet, sites de buscas, sites de serviços de pagamento e redes de publicidade.

- As empresas privadas poderão processar os provedores de internet devido à hospedagem de conteúdos que violam as leis de direito autoral.

As leis contam com o apoio da Apple, Microsoft, Adobe, AVG, Dell e com a oposição do Facebook, Twitter, Google, Linkedin, eBay, Foursquare, Wikipedia, Mozilla, entre outros.

O presidente Barack Obama disse que uma atitude contra a pirataria é necessária, no entanto, a lei SOPA sufocaria a internet e acabaria com a liberdade de expressão.

E você, pensa que as leis SOPA e PIPA serão formas de censura ou formas de proteção?

 

 

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