A segunda onda da Internet
No tempo em que se discute sobre uma possível Web 3.0, falar de Web 2.0 pode soar obsoleto, mas não é. O que aconteceu nos últimos anos na rede, realmente foi uma revolução. Afinal, ultrapassamos a fase inicial em que a Internet basicamente apresentava aos seus usuários apenas conteúdos. Hoje, na maioria dos sites, temos autonomia para interferir no que nos oferecem e, mais do que isso, temos espaço produzir e disponibilizar o nosso próprio conteúdo. Por isso, a palavra interação, seja uma das que mais apareçam quando se tenta conceituar o termo.
A Wikipédia é um dos retratos dessa nova geração. Além dela, as redes de relacionamentos sociais e o Youtube, também se enquadram como sites modelados nessa segunda onda. Segundo o site G1 o nome Web 2.0 “também é utilizado para classificar sites que seguem tendências de design mais ‘limpo’ e ‘leve’, utilizam tecnologias recentes como Ajax, CSS e XML, e adotam um ciclo de produto batizado de ‘beta perpétuo’, ou seja, estão sempre em fase de testes e introduzindo novas funções”.
Como estimular a criatividade
O exercício da criatividade faz parte do nosso dia-a-dia aqui na agência. Mas ao contrário do que se imagina, a criatividade é essencial a todos, nesse mundo corrido e caótico em que vivemos.
Separamos aqui algumas dicas para estimular a criatividade e espantar o bloqueio criativo, um mal que todos nós podemos sofrer. O agravante é que ele geralmente surge nos momentos em que a gente mais precisa da nossa criatividade. Apesar dessa tensão, não dá para se desesperar. O jeito é dar um tempo e seguir algumas dicas, como as que listamos abaixo, para evitar que o bloqueio reapareça.
- Anote todas as ideias que aparecerem quando você estiver criativo. Afinal, como são muitas, várias delas podem se perder em sua memória.
- Boas referências são essenciais. Não deixe de ver um bom filme e ler um bom livro.
- Pratique exercícios, dessa forma você cuida do corpo e também da mente. O sedentarismo nunca combinou com a criatividade.
- Buscar modos diferentes para realizar as mesmas tarefas pode ser uma saída para encontrar ideias inovadoras. Experimente.
- A insegurança pode acabar com a criatividade. Uma dose de confiança pessoal pode nos trazer soluções ousadas.
- Viver exclusivamente para o trabalho não é favorável. Muito pelo contrário, por isso, sair, viajar, curtir a família, dormir até mais tarde, pode nos dar mais equilíbrio e serenidade.
- O ambiente também é determinante. Trabalhar na praia, no sofá, ou mesmo em um parque, de vez em quando, pode ser inspirador.
- Amigos são importantes, pois eles podem nos oferecer um novo olhar sobre questões que enxergamos de modo saturado. Além disso, eles nos divertem e aumentam nosso repertório de histórias e referências.
- Não deixe de escutar as músicas de seus artistas preferidos. A música nos relaxa.
- Ninguém já sabe ou conhece tudo. Evite dispensar palestras e cursos de atualização profissional, por exemplo. Mantenha o ouvido atento para a experiência de gente que já tem mais tempo na estrada que você.
Adaptado de: http://entretenimento.br.msn.com/astrologia/artigo.aspx?cp-documentid=23400971
Sobe a confiança do e-consumidor
A e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, revelou neste dia 03/02 uma pesquisa que pode esclarecer a movimentação crescente do comércio eletrônico no Brasil.
A análise apontou que as lojas eletrônicas brasileiras foram consideradas confiáveis por 86,3% das pessoas que fizeram compras através da rede durante todo o ano de 2009.
Sem dúvida um número expressivo de aceitação, que sinaliza que as compras pela internet já não são assustadoras para o consumidor brasileiro. Além disso, grande parte dessa confiança pode ser creditada a profissionalização do mercado virtual.
Marketing Viral
O marketing viral é uma aposta valiosa para o ano de 2010 no mercado publicitário. Isso se explica, porque quando bem realizado, esse formato se torna um meio de interação perfeito com o público alvo, além disso, o viral circula de forma vertiginosa, através das redes sociais, sem custo algum, já que o próprio usuário se ocupa de repassar a mensagem aos seus amigos. Mas para se chegar a um viral não há fórmula exata, essa é uma estratégia nova, tanto no Brasil como no exterior. No entanto, isso não impede que a gente forneça algumas dicas. Segundo Luiz Gustavo, profissional que trabalha com web há mais de 10 anos, para criar um marketing viral é necessário realizar alguns procedimentos que reproduzimos abaixo:
• Análise do público: saiba para quem sua mensagem se destina, determine seu foco e estude o comportamento e características desse seu público;
• Seja exclusivo: aqui entra a criatividade, um viral repetido simplesmente não funciona;
• Crie um apelo: seu público deve sentir o apelo do seu viral, seja emocional, seja por ser engraçado, seja por ser importante;
• Conteúdo sempre: não se esqueça de criar o conteúdo do seu viral, de nada adiantará você criar um viral sem uma mensagem clara;
• Divulgue e analise: use as redes sociais, e-mails, etc. e analise os resultados.
No blog de Carolina Meyer, no site da Exame, ela listou os virais mais criativos de 2009. Vale conferir em:
• Análise do público: saiba para quem sua mensagem se destina, determine seu foco e estude o comportamento e características desse seu público;
• Seja exclusivo: aqui entra a criatividade, um viral repetido simplesmente não funciona;
• Crie um apelo: seu público deve sentir o apelo do seu viral, seja emocional, seja por ser engraçado, seja por ser importante;
• Conteúdo sempre: não se esqueça de criar o conteúdo do seu viral, de nada adiantará você criar um viral sem uma mensagem clara;
• Divulgue e analise: use as redes sociais, e-mails, etc. e analise os resultados.
No blog de Carolina Meyer, no site da Exame, ela listou os virais mais criativos de 2009. Vale conferir em:
http://portalexame.abril.com.br/blogs/blog4p/20100120_listar_dia.shtml?permalink=217083
O que é branding?

Livro recomendado pela agência
Ao analisar várias conceituações podemos dizer que branding pode ser visto como um trabalho de construção e gerenciamento da marca de um produto. Outra definição diz que o branding é uma atividade que se faz para que a marca passe a valer mais do que o produto que é oferecido, ou seja, que ocorra um posicionamento e, posteriormente, um processo de agregação de valor com essa marca.
Para a American Marketing Association, branding não é fazer com que um consumidor escolha uma marca ao invés da marca concorrente. É fazer com que um potencial consumidor perceba a marca como a única solução para o que ele busca. A única escolha lógica para o que ela está oferecendo. Branding é um sistema de comunicação que deixa claro porque a marca importa. É achar e comunicar algo que atraia os consumidores para a marca, ao invés de você ter que caçá-los de modos, algumas vezes, bem caros.
Para chegarmos mais perto do que esse termo seja, separamos esses dois exemplos reproduzidos do site do designer Thalis Valle:
McDonalds. Você pode odiar a comida, mas se alguém diz “arcos amarelos”, ou “a marca que causa fome”, você instantaneamente sabe de qual marca se está falando. Da mesma forma que “Big Mac“, provoca um reconhecimento instantâneo em sua mente.
Da mesma forma dizer “Disney” lembra Mickey Mouse, mesmo que você deteste ratos. É transformar uma marca em algo tão poderoso, que seja capaz até de ultrapassar a qualidade dos produtos que são comercializados por determinada instituição. Branding vende o poder do conceito.
Quando as redes sociais valem a pena?
As organizações vivem uma verdadeira euforia a partir de cases, reportagens e livros que tratam das redes sociais como eficientes ferramentas que podem acrescentar significativamente no campo de marketing e comunicação empresarial.
No entanto, essa tendência levanta uma série de questionamentos, afinal muitos acreditam que transitar nesse meio não é tão proveitoso como andam dizendo. Já outros acreditam que essas redes representam o futuro da comunicação. O que fazer? Todas as empresas agora precisam ter Twitter, perfil no Facebook e Orkut?
O que os especialistas concordam em dizer é que as redes sociais podem e devem ser usadas como subsídios da comunicação de uma instituição, desde que elas integrem um planejamento consistente. Não adianta criar perfis e estabelecer contatos na esfera virtual a esmo, é preciso que isso faça parte de um objetivo com resultados a serem alcançados. Desde a escolha da rede social a incluir a empresa até o conteúdo postado na mesma deve ser cuidadosamente estudada, preferencialmente por consultores e empresas da área.
O fato é que não pensar em redes sociais se tornou algo perigoso, afinal segundo reportagem da Folha Online, elas influenciaram na escolha de presentes de pelo menos 28% dos americanos no último natal. E no Brasil, segundo reportagem da INFO Online, 80% dos internautas visitaram redes sociais e blogs só ao longo de 2008.
Assim, para muitos, as redes sociais se tornaram oportunidades valiosas para se ter contato direto com os seus clientes e analisar como eles recebem e avaliam os seus produtos, por exemplo. Além disso, muitos enxergam nesse espaço virtual um campo de experimentações.
Que coincidência…

Capas Veja e Época
Duas das principais revistas semanais do país escolheram a mesma foto de capa, dentre milhares de opções sobre a tragédia no Haiti. Que infeliz coincidência, não?
Aproveitamos a deixa para recomendar o site www.errosdemarketing.com.br, que traz alguns cases interessantes. Mas um fora desses nem mesmo este site consegue localizar com muita frequência, rs.
A queda das soluções gratuitas na web
O Google foi o maior exemplo de uma empresa séria que compartilhou para os seus usuários inúmeras ferramentas gratuitas na internet. O Gmail, Analytics, Insights for Search entre outros serviços são referências nos seviços free. Em 2009 esta tendência continuou forte, mas o Gmail ficou fora do ar por algumas horas e o Word Press foi invadido por hackers. Nestas horas ficou a seguinte dúvida, a quem recorrer?
Soluções para web gratuitas tem mais vantagens que apenas o preço, são de fácil instalação e seguem a risca a idéia de “faça você mesmo”, dando a opção de você ser independente em seu negócio. Em contrapartida não há suporte especializado e nem serviços agregados.
No comércio eletrônico não tem como pensar em uma solução vulnerável a quedas de sevidores e ataques virtuais, como deixar sucetível informações sobre produtos, marcas, fabricantes, faturamento e os dados dos clientes? O e-commerce é um ramo de atividade que precisa de sigilo, de segurança e de qualidade. Como garantir esta eficiência com soluções free?
No e-commerce não há mais espaço para amadorismos, os negócios são rentáveis e merecem uma dedicação exclusiva e principalmente profissionalização, uma loja virtual de qualidade precisa muito mais do que uma boa infra-estrutura para atender seus clientes. São serviços agregados de consultoria, treinamentos, marketing online, acompanhamento nas implantações de ferramentas e desenvolvimento de customizações que atendam a necessidade de cada loja.
Fonte: www.ciashop.com.br





