Algumas tecnologias que extinguiram negócios e profissões

É cada vez mais comum uma empresa ter que fechar as portas, encolher ou mudar de ramo porque um avanço tecnológico tornou seu negócio obsoleto. No decorrer da história existiram tecnologias que substituíram outras, mas esse processo se acelerou demais nas últimas décadas, provocando mudanças radicais no mercado de trabalho. Confira alguns casos em que essa situação ocorreu:

 

- Os desenvolvedores do Walkman não ficaram felizes com o nascimento do iPod. As fitas cassetes se transformaram em artefatos pré-históricos após o lançamento dos produtos da Apple, extremamente portáteis e com grande capacidade de armazenamento. Depois do lançamento do DVD, elas sucumbiram de vez.

- Trinta anos atrás, todos os escritórios possuíam máquinas de escrever. Nas primeiras oito décadas do século XX, milhões dessas máquinas foram fabricadas por diversas empresas. Um passado não tão distante, mas completamente ultrapassado. Com os computadores e editores de texto, essas máquinas deixaram de existir, e muitas empresas faliram em decorrência das novas tecnologias.

- Os discos de músicas e as lojas de CD estão vendendo muito menos, algumas redes até faliram. Os arquivos em MP3 se popularizaram e atualmente circulam livremente pela internet, além do nascimento de serviços eletrônicos de distribuição de músicas, como o iTunes, que contribuem para essa quadro.

- Os correios encolheram bastante com o nascimento dos emails. Nos Estados Unidos, após os anos 2000, os serviços tradicionais de correspondências decaíram significativamente. Não é algo que irá deixar de existir, pois ainda é extremamente necessário, mas tende diminuir bastante.

 

Esses são só alguns exemplos que listamos, pois existem outros setores que são continuamente afetados pelos avanços da tecnologia, algo que para eles, nem sempre é algo bom.

 

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Gafes em redes sociais podem comprometer empresas e profissionais

Antes de postarmos qualquer coisa na rede devemos pensar duas vezes. As mensagens eletrônicas permanecem por bastante tempo no meio online, e normalmente são difíceis de excluir inteiramente,  sempre deixando alguns resquícios. Por isso, é necessário cuidado ao publicar qualquer tipo de informação, devemos considerar as diferentes pessoas que podem ler esse conteúdo e se ele pode trazer algum problema para você ou para sua empresa.

Por exemplo, mensagens de insatisfação com o trabalho são comuns e muitas vezes são enviadas da própria empresa em que o profissional se encontra, um verdadeiro tiro no pé. Mensagens preconceituosas, anúncios com duplo sentido, frases mal escritas ou um tanto duvidosas são outros exemplos de mensagens que algumas empresas podem enviar, acarretando uma série de problemas. Essas questões fazem com que as empresas percam credibilidade, e inclusive, público.

Jovens profissionais que estão procurando emprego também podem ser prejudicados por essas questões, com fotos explícitas ou mensagens agressivas. Muitas empresas recrutam profissionais pela web, e os perfis das pessoas interessadas são atentamente observados e analisados, essas gafes podem comprometer uma possível contratação.

As redes sociais possuem muita informação, mas é necessário saber utilizá-las para filtrar o que devemos ou não publicar. Em perfis pessoais ou empresariais as regras permanecem as mesmas, devemos saber que o cuidado com a privacidade online é uma responsabilidade social. Nossas atitudes mostram como somos, e portanto mostram nossa personalidade em sua essência.

 

 

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O consumidor também virou mídia

Com o nascimento das mídias sociais e a popularização da internet muitos aspectos da publicidade e propaganda sofreram modificações. A internet revolucionou a comunicação e trouxe inúmeros desafios aos veículos, às agências, e aos anunciantes.

As mídias digitais romperam algumas barreiras entre os que criam e os que distribuem, entre as agências e os meios de comunicação. O que se vê, hoje, são agências veiculando e veículos criando. Graças ao gigantesco volume de dados que as redes sociais acumulam sobre o comportamento das pessoas e comunidades, o mercado publicitário direciona cada vez mais suas ações e campanhas para esse tipo de mídia. Toda interação é válida, e os consumidores são considerados vitais e essenciais no processo de crescimento de uma marca ou empresa nas redes sociais, pois nelas eles participam efetivamente. Um grande atrativo para os clientes, e uma enorme possibilidade de expansão para os empresários.

As mídias sociais pedem novos modelos de negócios de publicidade e mudam a forma de encarar a propaganda, que agora tem de se voltar para o interesse do consumidor. A principal realidade do novo quadro é que o consumidor também virou mídia. Hoje, qualquer cliente tem no celular sua “central de produção” e na internet, seu veículo de comunicação. Neste novo cenário, o que vale é o poder de adaptação das agências e dos meios de comunicação a uma nova realidade.

 

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Logos parecidas, inspiração ou plágio?

A identidade visual de uma marca é uma das maneiras mais diretas de contato com os consumidores. Ela é extremamente importante, e é necessário que sua imagem transpareça os conceitos ou valores da respectiva empresa. Uma identidade visual é formada por um conjunto de cores e desenhos, estabelecendo uma referência quando pensamos nos produtos ou serviços que desejamos.

Já publicamos aqui no blog dois posts sobre logos, um sobre símbolos escondidos e outro sobre logos trocadas, caso não os tenha lido, não deixe de conferir. Hoje, trazemos outra questão. Nós vemos centenas de logos todos os dias, estampadas nos mais diversos lugares. Você já viu alguma dessas imagens e teve a sensação de já ter visto algo semelhante? Certamente, isso é possível e muito comum. Porém, algumas são exageradamente parecidas.

Não sabemos se isso acontece por falta de criatividade dos designers responsáveis, por restrições da empresa, ou se é pura fatalidade do acaso. Confira alguns casos de logos muito parecidas, sendo que algumas são até do mesmo ramo:

E você, lembra de mais algum caso semelhante?

 

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Comportamento das Marcas nas Mídias Sociais

Uma pesquisa realizada pela Deloitte Touche Tohmatsu conversou com 302 empresas brasileiras dos mais diversos segmentos e levantou dados como forma de atuação no ambiente, ferramentas mais utilizadas, tendências de investimentos e os principais obstáculos enfrentados pelas marcas. Constatou-se que 70% das empresas pesquisadas utilizam ou monitoram redes sociais, além de gerenciarem blogs corporativos.

Os fatores negativos que foram comumente encontrados são a falta de preparo de uma estratégia consistente e do conhecimento das diversas ferramentas existentes. A dificuldade de mobilização de pessoas e a falta de tempo das empresas para administrarem as mídias sociais são alguns dos obstáculos.

As empresas que não desenvolvem um plano de ação para mídias sociais geralmente erram ao utilizar os mesmos formatos de mensagem que são utilizados em mídias tradicionais. Nas mídias sociais, as pessoas se aproximam por interesses comuns que fomentam relacionamentos de médio e longo prazo. O relacionamento é baseado na troca de informações e, nas comunidades ou perfis, todos possuem voz ativa. Em resumo, o comportamento das marcas não deve ser restritamente informativo, mas interativo e dinâmico com seu público.

 

 

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Algumas razões de porquê sua empresa precisa de uma estratégia de Branding

Comunicação é algo essencial em qualquer empresa, assim como um constante lançamento de novos produtos e serviços que deixem seu público alvo permanentemente interessado. Porém, somente essas táticas não garantem sucesso e prosperidade. Existe tanta concorrência e publicidade nos dias atuais que para sobreviver no mercado caótico necessitamos de algo mais. Uma estratégia de Branding é uma das soluções existentes. Berenice Ring, coordenadora do curso de Branding da FGV, lista algumas das razões da importância do Branding nas pequenas e grandes empresas:

 

- Uma estratégia de Branding cria vínculos emocionais e marcas fortes, evitando concorrência de produtos estrangeiros. Uma ligação emocional sempre é interessante.

- Uma estratégia de Branding projeta o design da experiência total ao consumidor. Este projeto leva em conta desde o primeiro contato que ele tem com a marca, passa pelo design do produto ou serviço, pela interação do produto com o consumidor, pela embalagem, pelo design gráfico, pela  arquitetura do espaço físico onde o produto será comercializado, pelo treinamento das pessoas que respondem pela marca, pelo espaço virtual da marca, a forma como as pessoas irão se relacionar com ele, o e-commerce, as mídias sociais e assim por diante.

- Os consumidores do século XXI não são mais amorfos, eles se interessam pelos valores e conceitos das marcas. Os relacionamentos entre empresas e pessoas mudaram, criando uma conversa entre os dois lados. Os consumidores tendem consumir algo que reflita suas crenças, e uma estratégia de Branding pode criar essa identificação de ideais.

- Branding gera atratividade e lealdade para sua marca, agregando e gerando valor percebido. E o consumidor está disposto a pagar mais por isto.

 

Se essas razões não lhe parecem suficientes, saiba que existem muitas outras que não podem ser resumidas em apenas uma publicação. Nós da Projetual Comunicação também desenvolvemos estratégias de Branding, aliando diferentes tipos de mídias em prol da divulgação e da imagem dos nossos clientes.

 

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Online x Offline, uma batalha disputada

 

 

Muitas empresas ainda ficam em dúvida se devem ou não investir no meio online, e continuam com suas tradicionais campanhas offline. Porém, é fato que cada vez mais pessoas e empresas procurem conteúdo na websfera. Essas diferentes mídias podem se complementar, pois uma não extingue outra. Quando aliadas, elas se tornam mais fortes e impactantes, atingindo maior quantidade e diversidade de pessoas.

Existem vários públicos consumidores, e anunciar em diferentes mídias é uma questão que depende do público-alvo da empresa. As campanhas online e offline possuem suas vantagens e desvantagens, mas o contínuo crescimento da websfera colabora para uma maior visibilidade desse meio.

Se sua empresa não investe e não pretende investir no meio online, conheça alguns dados desse veículo tão crescente:

 

- No Brasil, já existem mais de 70 milhões de internautas;

- São mais de 45 milhões de pessoas usando mídias sociais;

- Em 2010, houve mais de 33 milhões de usuários assistindo vídeos online;

- No primeiro semestre de 2011 o e-commerce faturou cerca de R$15 bilhões, mais do que todo o ano anterior;

- Sites com o botão “compartilhar” recebem sete vezes mais menções na web do que aqueles que não possuem;

- Em março desse ano, foram contabilizados mais de 35 milhões de acessos únicos em blogs brasileiros;

- Graças às redes sociais, o relacionamento dos consumidores com as marcas mudou, sendo mais dinâmico e eficiente;

 

É inevitável reconhecer o constante crescimento do universo online, mas sabemos que mesmo que ele aumente ainda mais, os tradicionais meios publicitários  jamais irão se extinguir.

 

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Mancadas do Facebook que ninguém curtiu

 

O Facebook é um grande sucesso e a maior rede social do mundo, com mais de 800 milhões de usuários. Mas nem tudo é perfeito, e o Facebook está longe de ser também. Com quase oito anos de existência, a rede social de Mark Zuckerberg cometeu algumas falhas com seus usuários, mas nada que não possa ser perdoado ou esquecido depois de algum tempo. Saiba quais são alguns desses erros:

 

Reconhecimento Facial sem consulta:

No começo do ano o Facebook adicionou a funcionalidade de reconhecimento facial em seu sistema sem consultar os usuários. Milhares de pessoas foram marcadas em álbuns de outras pessoas equivocadamente e automaticamente, provocando protestos dos usuários.

Fotos Inapagáveis:

Quando apagamos uma foto do Facebook pensamos que elas foram prontamente deletadas. Na teoria é assim, mas na prática algumas fotos permanecem no sistema por muito mais tempo. Foi o caso da Editora Ars Technica, que excluiu uma foto em 2009, mas que o link permaneceu ativo por 16 meses. Depois desse relato, o Facebook não registrou mais casos parecidos.

Mamães no Facebook:

O Facebook cancelou algumas contas de mães americanas em 2010, pois seus perfis foram confundidos com perfis de spammers. Um grupo de mães chegava a mandar de 220 a 300 mensagens por dia, ocasionando essa confusão. Depois de algumas reclamações as contas foram identificadas e reativadas.

Correio Maluco:

Quando o Facebook iniciou seu novo sistema de mensagens, incluindo o envio para endereços de e-mail, uma falha grave ocorreu. Algumas das mensagens foram mandadas equivocadamente para outros usuários, ocasionando uma série de problemas e informações desentendidas. Posteriormente, o erro do sistema foi solucionado, e as mensagens seguem seus destinatários corretamente.

 

E você, o que pensa sobre esses erros? O Facebook está sempre atento as possíveis falhas e corrigindo os bugs do sistema, e por mais que elas existam, não devem durar por muito tempo.

 

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Os acessórios mais esquisitos para aparelhos eletrônicos – Parte 2

Continuando o post de ontem (caso não tenha visto, clique aqui), prosseguimos com a lista de acessórios diferentes e esquisitos para tablets e smartphones. A lista de hoje é ainda mais inusitada, confira:

DJ para iPad:

O iDJ Live transforma qualquer amador em DJ. Com parte do equipamento de um DJ e simulando muitas das funções existentes, esse mega acessório deixa seu iPad pronto pra noite. O gadget custa US$100, mas é necessário baixar o aplicativo Djay, que custa US$20.

Bichinho que lê seus tweets:

Apesar de ser um bichinho eletrônico muito simpático, sua utilidade também não é das maiores. O “twimal” lê os tweets que aparecem em sua timeline em voz alta, conectado via cabo USB. Porém, ele só consegue ler em japonês, única língua em que se comunica. Preço: R$50


Apoio para tablet com encaixe na perna:

Cansado de segurar seu tablet? O PadPivot deixa suas mãos livres enquanto você usa seu aparelho. Essa base de apoio se ajusta na perna do usuário, sendo compatível com os mais variados dispositivos, como iPad, Kindle, e Galaxy Tab. Preço: US$40.

 

Cursor para tablets:

Um dos acessórios mais esquisitos da lista, criado para as pessoas que sentem falta da setinha e da mãozinha que passava pela tela e que agora não existe nos tablets. Parece que o touchscreen não agrada todo mundo. Preço: US$13.

 

Microfone para iPhone:

Pra quem deseja captar o som em vídeos com alta resolução, esse dispositivo adiciona três entradas estéreo para ligar vários microfones no iPhone. Seu nome é Fostex AR-4i, e já vem com dois microfones do tipo condensador cardióide.  Preço: US$150.

 

Essa é a lista final, o que achou dos acessórios apresentados? Sempre existem pessoas que pensam em tudo, desde as coisas mais criativas até as coisas mais dispensáveis. Você compraria algum desses acessórios?

 

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Os acessórios mais esquisitos para aparelhos eletrônicos – Parte 1

Existem acessórios para dispositivos eletrônicos e computadores que são um tanto extravagantes ou, no mínimo, desnecessários. Muitas vezes são grandes demais, desconfortáveis,  pouco úteis, ou simplesmente esquisitos. Confira uma lista com alguns exemplos desses acessórios:

Adaptador de lente profissional para iPhone:

Esse indiscreto equipamento vem com um case especial de alumínio, permitindo que o adaptador seja acoplado na câmera do iPhone. O usuário pode conectar qualquer lente Cannon ou Nikon ao adaptador e fazer os mesmos ajustes que uma câmera profissional. Preço: US$249.

Joystick para iPad:

Acessórios para os gamers de plantão, unindo as novas e velhas tecnologias. O joystick funciona com vários aplicativos, inclusive em jogos do PacMan. É vendido no Brasil por R$159.

 

Medidor de pressão para iPhone:

O iHealth é uma espécie de dock compatível com os aparelhos da Apple, em conjunto com um aplicativo gratuito, que funciona como um medidor de pressão arterial caseiro.  Ele já vem acompanhado da cinta de pressão arterial. Preço: US$99.

Calculadora para iPhone:

Apesar do smartphone já possuir uma calculadora embutida em seu sistema, esse case adiciona uma calculadora velha em seu visual. Mas por que ter duas calculadoras no mesmo aparelho? Preço: US$19,50.

 

Teclado de emoticons:

Um mini-teclado com atalhos para diversos emoticons usados no computador. É conectado via cabo USB, e é uma boa dica para os preguiçosos ou pra quem se confunde na hora de digitar as famosas carinhas. Útil ou dispensável?

 

Suporte com ganho de telefone para iPhone:

O iPhone pode realizar diversas tarefas, mas como atender ao telefone se você está jogando, twittando, ou navegando na web? Seus problemas estão resolvidos! Com esse suporte de mesa você poderá atender uma ligação e continuar fazendo suas atividades no smartphone, sem interrupções. Para os multifuncionais! Preço: US$60.

E então, você desembolsaria dinheiro para comprar algum desses acessórios? Não deixe de conferir a continuação dessa lista, Clique aqui e veja a parte 2.

 

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