Séculos atrás, certas tendências e inovações influenciaram o curso da história: a industrialização mudou nossa maneira de produzir bens, e o estímulo em novos meio de transporte (automóveis, aviões, etc.) encurtou as distâncias para pessoas que ainda não estavam acostumadas a se deslocar, por exemplo.

Nas últimas décadas, algo em especial inventou novas maneiras de nos comunicarmos, fazer negócios, e, basicamente, de atuar no mundo: a internet. A conectividade tomou conta de vários investimentos recentes, do social ao comercial.

Internet das Coisas: o que é?

Da tendência da conectividade, cada vez mais evidente desde o nascimento da internet, nasceu uma outra investida: a Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês). Basicamente, a IoT (Internet of Things) significa a interconexão entre diferentes dispositivos que fazem parte da nossa vida.

É possível perceber que a Internet das Coisas é uma das principais tendências da tecnologia quando olhamos para os setores onde ela está presente: quase todos.

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Por exemplo, pense na funcionalidade do seu smartphone. Ele tem GPS? Possui redes sociais como Facebook e Instagram? É compatível com aplicativos como iFood, Waze e tantos outros?

Se sua resposta foi sim para todas as perguntas, quer dizer que através de um pequeno dispositivo é possível conectar-se com um satélite e encontrar direções para onde você quer ir; falar para o mundo sobre sua vida, lugares que visita, etc; e encomendar pedidos do seu restaurante favorito. Incrível, não é?

Presente em todos os lugares

Basicamente, investir na Internet das Coisas quer dizer investir na capacidade de diferentes dispositivos conectarem-se entre si para tornar nossa vida mais dinâmica, fácil e prática.

E não somos apenas nós que falamos que essa é uma tendência global: segundo a Gartner Inc., renomada empresa de pesquisa em tecnologia, estima que até 2020 existirão cerca de 20 bilhões de dispositivos conectados no mundo inteiro. Em 1984, existiam apenas 1 mil.

No comércio, a influência acontece de diferentes maneiras, em diferentes tempos. Em 2018, a expectativa é que seja a vez dos setores interindustriais pensar na Internet das Coisas: iluminação LED, sistema de aquecimento, ventilação e ar condicionado em edifícios, etc. Já em 2020, espera-se que os serviços públicos invistam em em conectividade e facilitem seus acessos e funcionamento, novamente segundo a Garnet Inc.

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Ainda ficou um pouco difícil de entender? É só ter em mente que a Internet das Coisas significa a vontade de diferentes setores, do público ao privado, de permitir e estimular a comunicação, através da internet, entre pessoas e entre dados. Assim, há cada vez mais dinamismo, praticidade e novas informações em nossa rotina.

Semanalmente trazemos atualizações sobre cases, news e informações sobre as novas tendências. Fique ligado no blog Projetual!

 

Com informações de Futurecom, Sigma.