Eles cresceram muito nos últimos anos, surgindo como oportunidade para várias empresas que queriam dar um up nas vendas e garantir visibilidade. Mas agora, em 2018, será que os marketplaces valem a pena ainda?

Mesmo que tenham garantido altos números nos últimos anos, na Internet, as tendências nunca são eternas, mesmo no comércio eletrônico.

O texto de hoje é dedicado para os pequenos e-commerces que pensam em pular para um grande marketplace. Trazemos dados sobre como está o cenário atual entre essas plataformas e perspectivas de crescimento. Olha só.

Marketplaces valem a pena - Projetual
Alguns dos maiores marketplaces do mundo e sua presença em seus respectivos continentes. Na América Latina, Mercado Livre, Americanas, Submarino e Casas Bahia estão entre os maiores. Imagem: Linnworks.

Entendendo melhor

Aqui no blog da Projetual já comentamos sobre as vantagens e a fama dos marketplaces. Grandes canais como Americanas, Submarino e Amazon, que já possuem produtos próprios, são também vitrines para produtos de diversos distribuidores e lojas parceiras.

Comércios menores podem utilizar o marketplace, como um dos grandes canais citados acima, para divulgar seus produtos e ofertas, se aproveitando da visibilidade que um e-commerce de peso possui.

Aos olhos dos clientes, os pequenos e-commerces podem não parecer confiáveis por diversos motivos. Às vezes, o layout do site é desagradável e o portal não parece ter muita segurança com os dados. Em outras ocasiões, faltam facilidades, como cupons de desconto e outros recursos.

Portanto, utilizar uma marketplace é, muitas vezes, um ganho para as lojas parceiras porque o consumidor se vê mais seguro para adquirir produtos e fornecer dados.

Para os grandes e-commerces parceiros das lojas menores, o ganho é sempre garantido já que eles possuem uma participação nas vendas.

Marketplaces valem a pena ainda?

Os marketplaces vêm lá de 2012, quando os primeiros grandes canais de venda se uniram com lojas menores para divulgação de produtos. Desde então, eles se tornaram um dos braços do comércio eletrônico, crescendo em conjunto com os próprios índices do e-commerce.

2017 foi um ano generoso para o comércio eletrônico brasileiro, assim como para o crescimento de dos marketplaces.

Segundo Carlos Alves, diretor de markeplace do Magazine Luiza, o estudo Panorama dos Marketplaces no Brasil prova que apenas no segundo trimestre do ano passado foi registrado um crescimento de 32,1% no número de parcerias entre lojas e marketplaces.

Esse impulso dos canais é acompanhado pelo próprio crescimento do e-commerce no Brasil. Para 2018, a expectativa é que o comércio eletrônico cresça 15% em relação ao ano anterior. Os pedidos devem chegar na casa de 220 milhões e o faturamento deve atingir algo como R$69 bilhões.

A verdade é que realizar compras na internet hoje é visto de forma muito mais segura pelo consumidor. Há cerca de 10 anos, o medo de fornecer dados e realizar transações através do computador – via celular era algo ainda menos cogitado – fazia com que pessoas não optassem por essa forma cômoda de comprar.

Atualmente, com o grande número de facilidades oferecidas pelos grandes portais, o e-commerce se tornou muito atraente.

Assim, conseguimos ver que os marketplaces valem a pena porque seu crescimento acompanha o próprio comércio eletrônico brasileiro. Eles são como portais que, aos olhos dos consumidores, possuem a credibilidade necessária para que haja segurança na hora de comprar.

 

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Ah! E para continuar aprendendo sobre estratégias certeiras para o e-commerce, dê uma olhada nestes materiais que preparamos sobre o assunto. Até a próxima!


Por redação Projetual.