ChatGPT: quais ações podem comprometer o uso dessa ferramenta?

<strong>ChatGPT: quais ações podem comprometer o uso dessa ferramenta?</strong>

Independentemente do segmento, é muito provável que você já tenha ouvido falar do termo ChatGPT. Afinal de contas, esse é um recurso de inteligência artificial (IA) extremamente versátil, que pode aprimorar e agilizar diferentes atividades, tais como: fazer pesquisas, produzir e traduzir textos, facilitar as ações de marketing, agilizar o atendimento ao cliente, analisar algoritmos, criar estratégias de vendas, entre outras.

Entretanto, o ChatGPT apresenta alguns pontos frágeis, especialmente, em relação à segurança de dados. Isso porque ainda não se sabe ao certo como são protegidas as informações inseridas na plataforma, fato que pode ocasionar danos para empresas e pessoas físicas.

Você quer saber quais são as fragilidades e as ações que podem comprometer o uso do ChatGPT? Então, acompanhe o artigo desta semana. Não perca!

Afinal, o que é ChatGPT?

O ChatGPT deriva da expressão Generative Pre-Trained Transformer e foi idealizado pela OpenAI (empresa especializada em pesquisa e implantação de IA) e que possui a gigante Microsoft como principal investidora.

De maneira geral, é uma tecnologia que atua como um chatbot que consegue analisar uma vasta quantidade de dados e fornecer respostas sobre diversos assuntos. Além disso, pode compreender e utilizar linguagem de fácil compreensão, bem similar ao vocabulário humano.

Em síntese, é uma ferramenta capaz de automatizar e trazer agilidade, agregar eficiência a processos, criar experiências personalizadas durante o atendimento ao cliente, reduzir custos operacionais e, em especial, promover a otimização de tempo.

Quais os riscos? Como aumentar a segurança do ChatGPT?

Apesar de facilitar a realização de inúmeras tarefas, o ChatGPT está em fase experimental e necessita de aprimoramento em alguns pontos. Por exemplo, ele apresenta fragilidade na definição de alguns conceitos e expressões, no compartilhamento de dados sigilosos e, principalmente, na proteção e privacidade de informações.

Recentemente, a OpenAI veio a público para admitir uma falha interna que provocou o vazamento de dados de 1,2% dos usuários do pacote plus. Foi um bug que durou nove horas e deixou acessível alguns dados pessoais, dentre eles: nome completo, e-mail, endereços e os últimos dígitos do cartão de crédito.

Como precaução, deve-se evitar o compartilhamento de dados corporativos confidenciais e informações sobre clientes e funcionários, ação que também pode ocasionar infração jurídica (violação das diretrizes da LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados). Além do mais, ao inserir no ChatGPT, informações confidenciais e dados protegidos eles podem ser incorporados pelo sistema e ficarem visíveis em outras pesquisas e solicitações.

Outro ponto que merece atenção diz respeito à base de dados da plataforma, que não especifica a origem das respostas. Por isso, é recomendável fugir do “copia e cola” para não ter problemas com violação de direitos autorais. Inclusive, a OpenAI está devolvendo um recurso adicional para identificar textos produzidos integralmente por IA.

Por fim, além do compartilhamento inadequado, hackers podem utilizar a plataforma para gerar spam, criar malwares e desenvolver ransomwares e cometer atos criminosos. Nesses casos, uma iniciativa eficaz é investir em técnicas de mitigação de riscos, como o monitoramento contínuo. Já no âmbito empresarial, uma boa alternativa é fazer uma gestão correta das informações que são de livre acesso.

Conclusão

Como vimos, a tecnologia pode trazer muitas vantagens para o nosso dia a dia, até mesmo, para nossas atividades laborais. Se o assunto de hoje despertou o seu interesse e você quer mais informações, clique aqui e entre em contato conosco.

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Fonte: Imagem – www.freepik.com